quarta-feira, 27 de junho de 2007

DNA: a promessa e o preço

Olá pessoal, tudo bem?

(Editando a mensagem e, finalmente colocando acentos e pontuação!)

Espero que vocês tenham gostado desse documentário. O material em questão, produzido de forma competente, pode ser adquirido por menos de R$ 15,00 e ainda há uma continuação do documentário que, por motivos didáticos, não puderam ser exibidos (ninguém agüenta mais do que 50 min de vídeo numa sala de aula... no cinema, dependendo do filme, agüentamos até 3 horas).

Peço que você comente esse post para responder as seguintes perguntas:

1. Qual a questão ética mais séria apresentada no documentário?
2. Devemos impor limites ao avanço da ciência? Em caso afirmativo, quais seriam esses limites?

Abracos,

Paulo.

35 comentários:

Regina disse...

1) Pelo que me lembro, a questão ética mais séria relacionava-se com os diferentes interesses sobre o estudo genético: muitos o fazem com o objetivo de procurar a cura para determinadas doenças ou até para a prevenção delas; outros desejam "aproveitar-se" deste estudo e o fazem não por questões de saúde, mas, por exemplo, ter um filho loiro, de olhos claros, etc.;

M. Regina Camboim
turma 43 - Têxtil

Tássia disse...

Oi professor e colegas!
Então o documentário foi muito interessante, concordo com a Regina, a parte que causa mais polêmica é sobre a questão de fazer da ciência um mercado de consumo em relação a escolha dos filhos.
Acho que a questão de impor limites é dificil de ser estabelecida, porque as pessoas pensam diferente, às vezes limitando uma pesquisa por exemplo, pode-se perder um estudo que seria muito útil para a humanidade.
o que a sociedade e os cientistas devem analisar é a questão ética, se isto agride as normas sociais, mas mesmo assim, isto também é dificil de ser relacionado em critérios, pois como eu já disse, as pessoas pensam diferente.

Tássia Monique- T.33 GER

Anônimo disse...

Oi pessoal

Para mim a questão ética mais séria foi sobre as patentes dos genes pelos laboratórios após fazer um exame.É bastante complicado decidir até que ponto é o limite para a ciência genética, pois ainda não compreendemos o suficiente do assunto para tirar nossas conclusões e além do mais nunca se sabe qual será o dia de amanhã. Por enquanto para mimem relação aspatentes o limite cabe a pessoa decidir ou não se o seu dna será ou não propriedade dos laboratórios ao submeterem ao exame.


Ana Clara
Turma 33- Têxtil

Thays disse...

Bom, na minha opinião, o que mais me chamou atenção em relação a questão ética foi o fato de usar a genética para predeterminar características para um filho, escolhendo cor dos olhos e assim por diante. De certa forma acho que isso choca à todos, porque com que finalidade precisaríamos escolher como vai ser um filho, sendo que o mais "especial" é a espera de como ele vai ser.. Concordo com um dos depoimentos do filme que dizia mais ou menos assim "É muito diferente dizer eu quero um bebê loiro dos olhos azuis e dizer eu quero um bebê saudável, que viva e possa ver a luz do dia".
Acho legal de certa forma a ciência avançar, mas deve-se sim impor certos limites, na minha opinião acho que a ciência deve ser usada para o benefício do homem em questões mais sérias como principalmente, a cura de doenças e não por vaidade (como diriam os cientistas estão querendo brincar de ser "Deus")..
Bom é isso..

Thays Dias - T.34 - Sistemas de Informação

Carolina disse...

Ola!! Eu acho q a questao ética mais seria é o interesse que os estudos geneticos demonstram, pois esses estudos nao estao focados num unico ideal, ou seja, muitos estudam a genetica em prol da realibilatação, outros para a prevenção de doenças, outros para a "fabricação" de um filho perfeito... acho que essas questoes, principalmente a ultima, acaba entrando em conflito com as crenças religiosas... para muitos, uma criança nasce com uma deficiencia por que "Deus quis" e é assim que deve ser; para outros o homem quer "brincar de ser Deus" quando decide o fisico de seu filho... e assim por diante.
Acho que é necessario colocar limites sim, pois tendo-se liberdade para fazer o que a curiosidade exige,corremos o risco de pessoas começarem a fazer experimentos desnecessarios com os seres humanos, por exemplo, pode ser que alguem tenha a brilhante ideia de substituir uma pata de cavalo no lugar de uma perna... parece absurdo, mas a curiosidade em saber o que acontece deve existir, e sem limites quem vai deixar de fazer???
CAROLINA CAF T43

Anônimo disse...

1 - a grande questão ética é que para a igreja católica embriões já são vidas e não podem ser sacrificadas no entanto para Ciência embriões não pensam, segundo a frase do Descartes : penso! logo existo. Se eu não penso não existo. portanto.
2 - Os limites são traçados de acordo com as necessidades dos interessados, pois se alguém tiver um membro da familia afetado por alguma doença que necessita de tratamento a base de Clonagem terapêutica ela vai querer avanços ilimitados até atender as suas necessidades. Isso pode parecer maquiavélico, mas essa é a grande verdade!!!

Antonio Rubens - LCN -T34 n. USP 5871471 disse...

1 - A grande questão é se a clonagem terapêutica não transformaria em uma ponte para eugenia. sacrifincando o embrião considerado vida para igreja para salvar outras vidas.

2 - Os limites são impostos de acordo com a necessidade do interessado, pois se alguém tem um membro da familia afetado por uma doença que necessita de clonagem terapêutica para ficar curado ele vai querer avanços ilimitados até que seja atendidas as suas necessidades.

Traya disse...

1- A questão ética mais importante apresentada no documentário foi:
Como e para quê fins seriam utilizadas as pesquisas e a tecnologia no ramo da genética

2- Sim. Os limites devem ser impostos em relação a escolha do filho perfeito, por exemplo. Algo como escolher todas as caracteristicas fisicas, sejam elas em um bebê ou em um animal qualquer deveria ser proibido. Quanto à eliminação de doenças, creio que o avanço da ciência seja válido.

Natália Macedo Florencio
GA T34

Anônimo disse...

Gabriel Feloni M.do Rosário - LCN
Turma 44

Bom, foi um documentario muito interessante , pois ele nos expos à algumas questões que na realidade nunca pensamos,acho que a questão ética mais séria ao meu ver foi a mesma que a colega Regina disse, pois é um tanto quanto ridiculo as pessoas "Fabricarem" seus filhos ao seu modo.
Referente a questão 2, não se deve e se deve impor alguns limites, pois o ser humano sempre procurou avançar tecnologicamente/cientifícamente,porem o limite imposto deve ser o de não "modificar" a vida à sua maneira, devemos avançar sempre.

ramon disse...

Ao meu ver a maior questão do documentário( que é excelente por sinal), diz respeito ao banco genético, ou seja a escolha dos filhos, ou melhor, o comercio de filhos que o documentário sugere.
Não sei dizer se sou moderno demais, mas não consigo considerar os pontos negativos dessas tecnologias impeditivos para o seu desenvolvimento. Estudando um pouco o passado percebo que os questionamentos feitos agora, são muito parecidos com os feitos a anos atrás com o primeiros transplantes de orgãos, ou ainda sobre o primeiro bebe de proveta.
Atualmente não nos perguntamos, a implicações de se receber orgãos de outras pessoas, pois acredito que essa seja uma questão muito mais deliciada doque a uso de células trocos, pois levando a discussão a niveis sociais, o orgão doado é de uma pessoa morta, e torna a vida no corpo de outro ser humano. Logo voltamos a questão de até onde consideramos a vida e as interações entre elas. Sou a favor dos estudos com células tronco, tanto quanto sou a favor dos transplantes, e da manipulação dos GENES.
Ramon M. Hasman / SI/ T34

Marina disse...

O que mais me impressionou e o que acho que é a questão mais antiética do filme, foi a utilização da tecnologia genética para "produzir" um filho a gosto dos pais, como se ele fosse um objeto, uma mercadoria, e não um fruto de uma união que carrega características dos genitores.

Eu sou a favor do avanço da genética como possível salva-vidas.E como em alguns textos indicados sobre bioética, vários cientistas justificam suas pesquisas como sendo a favor da saúde humana.Agora utilizar esses avanços para expandir mercados já é entrar em vários outros méritos.

Por isso,acho mais que necessário a imposição de limites a certos ramos da ciência!

É isso!

Marina Parisi/T.34/GA

Anônimo disse...

Rafaella-GER-T33

oiee pessoal!!!

Eu gostei muito do documentário, abordou vários pontos polêmicos envolvendo a genetica, o que achei mais interessante foi a questão da "produção de bebês".
Acho bastante interessante a genetica aplicada na melhoria da ciência e consequentemente no combate a doenças e problemas geneticos, mais acredito que a bagagem ética e moral de todos os seres humanos não é capaz de aceitar a idéia de comercialização de bebês.
A diversidade é a coisa mais interessante e incrivel dos seres, a partir do momento que escolhemos qualidades, formas de comportamento e temperamentos perdemos a essência humana nos caracterizando cada vez mais como máquinas ou simplesmente produtos de um mercado capitaslista.

Lucas disse...

Boa Noite...

Bom..acredito que o problema mais sério abordado no filme em questão de ética é a "escolha de características dos bebes"...
Isso seria algo muito sério, deveria ser bastante questionado, pois realmente é a manipulação da vida, das características de cada ser humano...algo que até agora podemos dizer que é jogar dados e que futuramente pode se tornar questão de opções em um "menu"...

Sobre a questão dois...temos ai uma pergunta que deve ser bastante estudada pois, tendo muitas possibilidades em mãos temos que balancear as grandes conseqüências e realmente levantar até que ponto podemos influenciar em nossas vidas e nas vidas de nossos filho e netos...o quanto isso se torna vantajoso para nós e quanto isso pode nos atrapalhar como sociedade...é algo a se pensar...

Lucas Maia - T.34
SI - Noturno

Gabi disse...

Acredito que a pretensão do Homem de comandar todos os aspectos que compõe a sua vida está passando do limite aceitável e acarretando num modelo de vida hedonista. Será que para amarmos mais nossos filhos eles deveriam ser loiros, de olhos azuis, altos e inteligentes? Será que a prática de "modelar filhos" não seria uma prática totalmente moldadora de uma sociedade de iguais? As pessoas costumeiramente criticam os modelos impostos pela sociedade, mas pelo visto, muitos querem enquadrar seus filhos neles. Acredito que quanto mais o Homem tenta ser diferente e individual, mais ele acaba sendo igual.
Gabriela dos Santos Fumo
T 34 - Marketing

Waldyr Junior disse...

1.Na minha opinião foi a questão de se escolher um bebê como se fosse ao "mercado fazer compras" ou em uma "loja de decoração" para decorar sua casa. Acho que a última questão apresentada pelo professor é interessante e se aplica aqui.

2.Acredito que de certa forma sim;
Não sei alistar os limites, mas acredito que todas as coisas tem um certo limite.

PERGUNTA: Qual o limite da bioética?

Gabriela disse...

Mapiar todo o código genético das pessoas, e ter conhecimento da propenção genetica a determinadas doencas, pode ser a solução para uma vida de qualidade. Mas pode ser responsável pela exclusão "genetica" de determinadas pessoas no mercado e convivio social.
Acredito que as descobertas da ciência na genética, são grandiosas e muito validas, apoio todos os tipos de estudo que forem possivel. Mas acredito também na moderação e idéia de limites.

Gabriela disse...

Postagem anterior: Gabriela Castellano T.34 G.A.

Bruno disse...

Existe um conflito ético-moral demonstrado no filme. No filme menciona-se a possibilidade de você poder prever se teu filha terá alguma doença e assim poder preveni-la, assim como foi o caso dos pais que perderam o filho por não poder respirar sozinho. Porém junto a isso, há um leque de possibilidades de escolher outras características além de somente a de saúde. Como características física, cor de olho, altura etc. Do ponto de vista da ciência isso em minha opinião é um grandíssimo avanço, agora a questão de ser usado ou não, na minha opinião cabe aos pais decidirem ou não se querem escolher cor dos olhos etc. Porém do ponto de vista ético há um problema de difícil resolução ao meu ver, pessoas com suas crenças acham que isso são "contra as leis da natureza", ou seja, várias vezes é mencionado "brigar de Deus". Este problema ético (como tantos outros) eu acho que dificilmente será resolvido. Eu concordo que exista discórdia entre poder escolher a aparência da criança (eu Bruno, não tenho uma opinião formada quanto a isso), agora se for usar esse tipo de tratamento para prevenção da criança, eu (Bruno) concordo com certeza.

Bruno Fermino / SI / Turma 44

Anônimo disse...

Felipe silva rocha T:43 - caf

acho que a questão ética mais seria é o fato de que no futuro
as pessoas poderão projetar os
filhos

Amanda disse...

Palavras chaves no documentário: gene, hereditariedade,doenças genéticas, predisposição, prevenção, mutação, saúde, estilo de vida, PGD, cura e chances.

A questão ética mais séria que encontrei no documentário foi a possibilidade de selecionar os genes para os descendentes.
Acredito que a imprevisibilidade que acompanha a mãe na gestação é essencial para que essa ame seu filho incondicionalmente.
No filme houve um comentário que delimitou bem esse assunto. Um rapaz colocou a questão da seguinte forma: uma coisa é selecionar genes para salvar um filho de uma doença fatal. Outra, é selecionar genes para determinar características físicas.
Como tudo na vida, acredito que é necessário separar o supérfluo do imprescindível e a partir dessas conclusões determinar os limites da ciência.


Amanda Martins
turma 44 - Marketing

Anônimo disse...

Não estou conseguindo carregar o servidor do programa !!!

Precisa gravar mesmo nessa pasta?
não pode levar pra aula no dia da apresentação em um CD ou DISQUETE???????????????

Anônimo disse...

Creio que o mais incrivel da vida seja a sua minuosidade. A cada dia você conhece e se relaciona com pessoas diferentes, e a junção dessas diferenças é que fazem a diferença.

Caracteristicas estéticas como cor dos olhos, cabelo e altura são supérfulas, e os pais que se preocupam com isso ao ponto de pensar duas vezes se querem ou não ter um filho não têm condições de serem pais.

A ciência, na minha opinião, deve melhorar a vida das pessoas. Se é possível melhora-la antes mesmo do ser nascer, então que aconteça! Mas voltar este assunto para questões individualistas, é uma visão descartavel.

Alexandre de Avila C. - T34 - MKT

Caroline Yoshikawa disse...

O filme nos leva a refletir até onde a ciência pode ser aplicada e desenvolvida. Eu, particularmente, acredito que a ciência possibilita melhorias na nossa vida cotidiana. Colocando-nos na posição dos pais, que através da ciência conseguiram salvar a vida de seus filhos, é compreensível a escolha que eles fizeram, apesar de ser criticado por muitos.
Mas o que não é aceitável, é desenvolver técnicas na ciência a fim de planejar a forma como o bebê nascerá. É como se o filho fosse um produto a ser adquirido.
Dessa forma, acredito que a ciência é um campo que trará grandes benefícios para a humanidade, desde que atenda apenas as necessidades humana e que não seja desenvolvida a fim de satisfazer as vontades ridículas dos homens.

Caroline Taeko Yoshikawa - LZT/ T33

Anônimo disse...

A questão ética mais séria para mim é a banalização do desenvolvimento científico.Planejar sexo, cor de olhos e pele de um filho é um absurdo! Os avanços científicos servem para salvar vidas e amenizar possíveis danos psicológicos, como o caso do casal que gerou uma criança que não sobreviveu por mais de uma semana.A forma como esses avanços precisam ser utilizados,devem ser jugaldos por autoridades , de forma que absurdos relacionados com a banalidade destes descobrimentos sejam proibidos.

Graziela Rodrigues - T33 - GER

Anônimo disse...

Parece uma nova versão da seleção das espécies gerando uma nova teoria da evolução!!!
Que loucura tudo isso!! O homem é obsecado com si mesmo,ainda assim busca com a sua natureza racional conhecer e dominar mais e mais o seu ambiente ....
O embate com a bioética está desde a idéia central do melhoramento genético, algo difícil de aceitar de uma hora para outra, até seu destino final: onde ela vai chegar? como ela vai chegar? por quem será financiada e com quais interesses?
O homem se cria, se cura e se destroi ao mesmo tempo...

todos deveriam opinar e definir democraticamente a sociedade que querem, mas mais importante do que decidir juntos o futuro e o presente da ciência é estar preparado para decidir,ou seja, ter acesso às informações científicas.

Nara Oliveira
T44

Luiz disse...

Certamente o problema mais grave é a "fabricação" do filho ideal.
Deixando de lado as questões religiosas e culturais, vejo algo muito pior para um futuro mais distante, que seria a interrupção do processo natural de evolução dos seres humanos e uma possível extinção de certas raças humanas. Em comparação com a teoria da seleção natural de Darwin, poderíamos ter um processo de "seleção artifical" dos humanos. Temos um exemplo visível disto nos locais de adoção de crianças, onde o perfil procurado é geralmente o mesmo e certos perfis são geralmente rejeitados. Como garantir que essas crianças com perfis rejeitados não vão aos poucos parar de nascer e por fim desaparecer?

Luiz Freitas/T44/SI

Anônimo disse...

Oi, achei muito interessante o filme, e a questão mais seria acho que é sempre querer obter lucro em cima de tudo, e patentiar coisas que são consideradas de todos, como os genes.
Não deveriamos impor limites nas descobertas da Ciência, pois tudo de certa forma pode ser util, mas devemos impor limites sim em como algumas vezes ela é utilizada, como por exemplo pra fazer um filho com olhos azuis, ou escolher o sexo do bebê.

Ranyelle A. Rodrigues
turma 33 - Ger

Anônimo disse...

1)A questão ética mais séria é a utilização de embriões no tratamento de doenças hereditatias.


2)Não necessariamente limites, mas a ciência, como toda atividade humana deve estar sujeita à regulamentações. Deve ser discutida e estar aberta a criticas. Do contrario, pode cometer os mesmos erros que algumas doutrinas cometeram no passado, quando se intitularam, através de dogmas, "senhores da razão".

ALVARO/T33/CAF

Giulianna disse...

1- Acho que a mais importante questao ética tratada vídeo foi "Como e para quê fins seriam utilizadas as pesquisas e a tecnologia no ramo da genética"


2- Limites devem ser impostos, como por exemplo na escolha de caracteristica de um filho. Mas na parte de cura de doenças, a ciencia é valida.

Edna Evelin disse...

A questão da ética na ciência esta presente em vários aspectos, dentre eles os que mais chamaram a minha atenção foram, o uso da tecnologia para a decoberta de doenças genéticas e a aplicação da medicina preventiva no caso de doenças como o cancer, e por último a busca por um bebeê perfeito.

Se pararmos para refletir, a ciência pode trazer muitos benefícios assim como muitos problemas que envolvem além da é tica a vida de todos nós.é necessári agir agora para ter uma melhor perspectiva de vida a longo prazo.

Edna Evelin/t33/obs

Nayara disse...

Especificar uma única questão ética como a mais séria abordada pode ser quase impossível, visto que este assunto amplo gera tamanha discussão, impasses e conseqüências drásticas na vida de todos nós, pobres seres humanos.
Mas, segundo minha humilde opinião, um dos pontos mais preocupantes deve ser (por incrível que pareça) justamente nós mesmos! A capacidade dos homens para reverter possíveis chances de evolução em armas letais contra seus semelhantes, já é INFELIZMENTE nossa velha conhecida. Isto posto, me é difícil acreditar que uma tecnologia genética avançada a ponto de detectar qualquer tipo de falha genética (irreversível), não será usada em prol dos mais ricos, ou dos mais influentes, ou enfim não será uma nova "técnica" a favor da segregação racial ou genética no caso. Por outro ângulo, evidentemente é de importância incalculável os benefícios que trariam tecnologias de detecção de vulnerabilidades genéticas deste porte.
Resumindo: se correr o bicho pega, e se ficar o bicho come!!! rsrs.

Nayara Ruiz Cintra - T33, Obstetrícia

Nayara disse...

2- A meu ver, a questão não deve ser impor limites ou não ao avanço da ciência, mas sim até que ponto estes avanços são realmente "avanços".
Acho que o desafio é colocar na balança os prós e contras das pesquisas e suas possíveis conseqüências positivas e negativas. E este desafio tem uma proporção inimaginável, já que: envolve assuntos que atingem a humanidade de forma geral e irrestrita; tem o poder de causar transformações profundas num futuro próximo; e trás consigo um número extremo de possibilidades, uma vez que estamos lidando com estimativas e variantes tão imprevisíveis quanto nós humanos.
Portanto, os limites, bem como as possibilidades, são e acredito que ainda serão durante muito tempo um grande impasse, divisor de opiniões, atitudes e eras evolutivas.

Nayara Ruiz Cintra - T33, Obstetrícia.

Daiana disse...

A questão mais intrigante foi a das patentes dos genes.

Talvez isso tenha me intrigado por eu não ter entendido direito. Aliás, ficaria muito grata se alguém pudesse me ajudar

Daiana May / T.44 / SI

Davi Marcel disse...

Ola pessoal;

Desculpem a demora, mas o trabalho me suga o pequeno espaço de tempo que tenho.

Pois bem, o documentário é extremamente intrigante e instigante por nos remeter a algo que ainda não somos suficientemente capazes de entender na sua profundidade. Somos limitados assim como tudo ao nosso redor.

É evidente que a questão ética mais séria é a produção de seres humanos. Mesmo acreditando que os valores morais são características individuais, durante a apresentação do documentário, consegui visualizar cenas do filme “A I - Inteligência Artificial”, porém colocando o ser humano na situação de “produto produzido em larga escala” para os deleites de uma sociedade sem valor de vida algum.

Ainda referindo-me a essa questão ética, entendo como sendo uma ação sem fundamentos. Não digo “brincar de Deus”, mas sim artificializar o processo de evolução e seleção natural da vida. É claro que o avanço na ciência genética proporciona esperança para um futuro com mais qualidade de vida, mas é fundamental lembrar que tudo o que precisaria ser realizado pelas leis que regem a vida, já está pronto e vemos esse exemplo todos os dias... O avanço da ciência quase triplicou a média de vida dos seres humanos e só isso já nos causa os problemas de superpopulação no mundo e escassez de recursos para nossa própria sobrevivência.

Acredito que a ciência genética deva avançar sim, pois avançamos com ela. O uso desses conhecimentos para a cura de doenças e salvar vidas e válido e muito importante, mas devemos medir nossas ações e isso deve ser regrado, fiscalizado e seguido por todos. Para isso é que serve a Bioética.

Somos humanos, animais evoluídos como os demais. Cada ser tem suas características para se diferenciarem umas das outras. Somos imperfeitos e por isso buscamos incansavelmente soluções para nos separar mais e mais daquilo que somos de verdade. Só restará a criação de uma configuração para as mentes dos recém criados protótipos humanos.

Davi Marcel/T44/LCN

Anônimo disse...

tem no you tube é só baixar o programa vdowload e pronto de graça!!